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Trato automatizado e a produtividade da criação suína

01/11/2018

O Brasil é o quarto maior produtor de suínos do mundo, sendo responsável por alojar mais de dois milhões de matrizes e produzir 3,76 milhões de toneladas. O consumo da carne de porco per capita é de 14,1 kg, o que dá indícios da importância da proteína na dieta e no mercado nacional.

Além das questões sanitárias e da qualidade da carne, os consumidores também estão preocupados com os aspectos éticos da produção. O tema bem-estar animal tem permeado as discussões nos segmentos agropecuários e exige compreensão e adaptação dos produtores para um novo modelo de criação destinado a melhorar a qualidade de vida dos animais. Em Marechal Cândido Rondon, interior do Paraná, os clientes da Massey Ferguson Francisco José Guilherme Foellmer e os dois genros, João Wochner e Edson Luis Sulzbach, criam 600 matrizes suínas e prezam pela tecnologia para maior produtividade.

Na propriedade, eles investem no trato automatizado das matrizes. João conta que “o processo causa menos estresse animal, menos mão de obra e permite ao empregado ter mais tempo para cuidar dos animais”. A quantidade de alimentação é definida com base na fase de crescimento do animal. A ração deve ser balanceada e fornecer quatro componentes principais: energia, proteína, minerais e vitaminas. Existem diversos tipos de sistemas disponíveis, mas o principal, no Brasil, são comedouros do tipo cone, que permitem a disponibilidade constante de alimento com o volume regido pela altura do vão existente entre o cone e a base.

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